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qua. fev 1st, 2023

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ColnizaNova Bandeirantes e Aripuanã são as cidades que mais desmatam no estado.

Três municípios de Mato Grosso correspondem a 69% das queimadas nas florestas da Amazônia Legal. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Colniza, Nova Bandeirantes e Aripuanã são as cidades que mais desmatam no estado.

A região noroeste do estado é o maior alvo do desmatamento. De 69% da floresta derrubada, apenas 22% ações são autorizadas e respeitaram a lei ambiental. Conforme o estudo, outros 78%, foram incêndios criminosos.

“Essa margem de ilegalidade ainda é muito alta e compromete toda a produção do estado, especialmente, quando a gente olha o local em que essa ilegalidade está acontecendo. Mato Grosso tem mais de 120 mil imóveis e cerca de 1% agem de forma ilegal contaminando e comprometendo a produção que o estado pode ter de forma sustentável”, disse.

O Engenheiro Florestal e coordenador do núcleo de inteligência territorial do Instituto Centro Vida (ICV), Vinícius Silgueiro, explicou que cerca de 2 mil propriedades realizam as práticas ilegais.

O estudo ainda mostra que houve uma queda no desmatamento da Amazônia Legal entre agosto de 2021 a julho deste ano. Foi uma diminuição de 11%. Mesmo assim, a situação ainda é preocupante.

Em toda a floresta amazônica, o desmatamento corresponde a 11,5 mil km². Só em Mato Grosso, a área queimada passou de 1,9 mil km², o que torna o estado a segunda unidade federativa que mais desmata a região.

“A gente vê que a Secretaria Estadual de Meio Ambienta (Sema-MT) vem pregando esforços importantes nos últimos anos, mas é preciso fiscalizar esses municípios críticos. É fundamental fazer a fiscalização e a responsabilização, aplicar autos de infração e embargos para que, o próprio mercado possa separar o produtor que está produzindo sem desmatamento e aquele que tem cometido esse crime”, contou Silgueiro.

A Sema disse que reforçou a fiscalização, usando monitoramento por satélites, o que contribuiu com aumentou o número de autuações por queimadas criminosas. Segundo dados do órgão, nos últimos três anos, o estado aplicou mais de R$ 5 bilhões em multas.

O secretário de Meio Ambiente em exercício, Alex Marega, disse que os satélites foram substituídos por outros mais eficientes, o que ajuda na fiscalização das terras.

“No ano passado muitas multas prescreveram porque os instrumentos que tínhamos não eram de alta qualidade como os que temos hoje. Eram satélites que não tinham precisão, qualidade e quando gerava o ato de infração, mostrava uma inconsistência e, por isso, eram derrubados. Hoje as imagens de satélites que nós temos são de alta qualidade, alta precisão, detectado em tempo real. Nós temos uma foto de antes e uma foto de depois, é uma prova incontestável. Esses autos de infração não vão ser derrubados nem administrativamente nem na Justiça”, disse.

O gerente de floresta da Greenpeace brasil, André Freitas, disse que é preciso ter mais fiscalização do poder público para tonar a área amazônica mais preservada.

“Nós temos que promover a proteção das unidades de conservações já existentes, criar novas e demarcar territórios indígenas, que há quatro anos não são demarcados. É preciso também acabar com lotes de terra pública dando à elas destinação para fins de conservação ou uso sustentável”, contou.

Jornalista e redator na Empresa O Pantanal OnLine, sob o número 0002048/MT

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