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/home/defaultwebsite/public/wp-includes/class-wp-widget.php on line 691 Notice: Array to string conversion in /home/defaultwebsite/public/wp-includes/class-wp-widget.php on line 691 BOMBA! EX DELEGADO DE COLNIZA-MT BRUNO FRANÇA INVADE CASA DE MULHER E AMEAÇA DAR UM TIRO EM SUA CABEÇA E DE SUA FAMÍLIA, DENTRE ELES UMA CRIANÇA DE 4 ANOS, FLAGRADO PELAS CÂMERAS DE SEGURANÇA DA RESIDÊNCIA DA VÍTIMA. - Pantanal OnLine
qua. fev 1st, 2023

BOMBA! EX DELEGADO DE COLNIZA-MT BRUNO FRANÇA INVADE CASA DE MULHER E AMEAÇA DAR UM TIRO EM SUA CABEÇA E DE SUA FAMÍLIA, DENTRE ELES UMA CRIANÇA DE 4 ANOS, FLAGRADO PELAS CÂMERAS DE SEGURANÇA DA RESIDÊNCIA DA VÍTIMA.

Quem realmente estava em flagrante delito no caso da família do Florais dos Lagos? E a equipe da GOE, tomou conhecimento do que se tratava, quando encontrou com o delegado Bruno.

Sucessão de erros na operação desastrosa do delegado Bruno França, na noite de segunda-feira (28.11), quando ele invadiu e ameaçou de dar um tiro na cabeça de F. (NOME NÃO DIVULGADO) e sua família, inclusive uma criança de 4 anos, conforme vídeo gravado pelas câmeras de segurança da residência da vítima. 

Bruno abre violentamente a porta e se identifica como delegado. Ele saca a arma e vai em direção as vítimas [mãe e filha] gritando: “É a Polícia Civil, deita no chão, deita filha da puta”.  

O delegado Bruno França está lotado em Sorriso e não tem um ano que tomou posso como delegado.
Ele está em estágio probatório

É a Polícia Civil, deita no chão, deita filha da puta, grita o delegado com a arma em punho.

Além da sucessão de erros, o que chama atenção neste episódio, é que o delegado Bruno França, não completou um ano como delegado, está em estágio probatório, foi lotado na delegacia de Colniza (a 1042 km de Cuiabá), e já em setembro deste ano, foi “promovido” para a Delegacia de Sorriso (a 418 km de Cuiabá). Bruno não está de férias e nem licenciado, portanto, não poderia estar fora de sua Comarca, a não ser que estivesse em operação, mas não era o caso. O delegado é genro do conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE), Antônio Joaquim.

O Boletim de Ocorrência (BO), Nº: 2022.328929, lavrado na segunda-feira (28), às 23h03min, no Cisc do Verdão, na Capital, onde narra parte dos fatos, sem a truculência e ameaças do delegado mostrada pelas câmeras de segurança, que viralizou e causou indignação e vergonha entre os próprios colegas de Bruno.

Conforme consta do BO, por volta das 19horas, do dia 28, a equipe da Gerência de Operações Especiais (GOE) foi acionada via telefone pelo gerente de operações especiais, delegado Ramiro Queiróz, para prestar apoio operacional ao delegado de polícia Bruno França Ferreira.

E a equipe, apenas tomou conhecimento do que se tratava, quando encontrou com o delegado Bruno. E ele informou a equipe da GOE, que se tratava de um descumprimento de medida protetiva praticado pela senhora F.(NOME NÃO DIVULGADO). Contudo, não apresentou mandado para equipe, apenas teria mostrado em seu celular, arquivo em PDF o documento.

Diante da narrativa do delegado, a equipe de operações especiais acompanhou o delegado até a residência da vítima, condomínio Florais dos Lagos, em Cuiabá.

Ainda, conforme o BO, na residência de Fabíola foi dada voz de prisão a ela, e, em seguida, foi determinado pelo delegado Bruno que a equipe conduzisse a vítima à Central de Flagrantes para as devidas providências. E que a mulher foi conduzida acompanhada pelo advogado Rodrigo Pouso Miranda. Porém, no Boletim de Ocorrência não consta a sucessão de truculência e as ameaças do delegado Bruno.

Segundo a vítima da truculência e ameaças, proferidas pela autoridade policial, após seu filho ser agredido – se mudou para outro condomínio para afastar-se deles e ter ‘paz’, coisa que, segundo ela, não ocorreu, pois o enteado do delegado foi até o condomínio onde ela mora com a família e passou a provocá-los. O delegado usou este fato (a mudança da vítima) para alegar que houve descumprimento de uma medida protetiva de não se aproximar de seu enteado. A vítima, sequer tinha conhecimento da medida protetiva. 

A mulher, mesmo não estando em situação de flagrante recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzida à Central de Flagrantes de Cuiabá, onde, o delegado plantonista Flávio Braga, que recebeu a vítima presa em seu plantão, se recusou a lavrar qualquer procedimento contra ela e a liberou.

O eventual descumprimento de medida protetiva, caracteriza crime de desobediência, crime de menor potencial ofensivo que não admite prisão em flagrante, competindo ao ofendido noticiar os fatos a autoridade competente para regular apuração e jamais a invasão do domicílio da acusada, sobretudo, quando vítima sequer encontrava-se juridicamente em situação de flagrante delito.

Outro ponto a ser destacado, a unidade da Polícia Judiciária Civil vinculada a Diretoria de Atividades Especiais só atua em situações de grave risco demandadas por outras unidades e mediante autorização do Diretor de Atividades Especiais.

O delegado desconsiderou que entrada em imóvel alheio só é legalmente admitida em duas situações: 1) a pessoa está em flagrante delito; 2) em cumprimento de ordem judicial, durante o dia. Nenhuma das duas situações estava presente na ação truculenta. 

Veja o que diz o  artigo 5º, XI CF: XI –  “a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial”.

A reportagem do #vgn, entrou em contato com o delegado da GOE, Ramiro Queiróz, para saber se o procedimento adotado por ele, em determinar, via telefone, que policiais subordinados à sua Gerência, acompanhasse um delegado de outra comarca, fora de operação, para cumprir mandado de prisão, à noite, por supostamente ter descumprido medidas protetivas – envolvendo questões familiares deste delegado, é um procedimento padrão ou normal. Porém, ele respondeu apenas “sobre a situação, a corregedoria está apurando os fatos, peço que a Sra entre em contato com a asscom da PJC, por gentileza”, (sic) respondeu Ramiro.

Polícia Civil – Em nota, a Polícia Civil informou que, por meio da Corregedoria Geral da instituição, já tomou as providências apara apuração sobre a conduta do delegado Bruno França Ferreira diante de um episódio registrado na noite de segunda-feira (28.11), em Cuiabá, quando ele se dirigiu à residência de uma mulher que teria descumprido uma medida protetiva em relação a um adolescente, enteado do delegado. A instituição informou que tal ação foi de decisão exclusiva da autoridade policial.

A Corregedoria da Polícia Civil está apurando os fatos e tomará as medidas legais cabíveis ao caso em questão.

Totalmente despreparado ele invade casa com motivações pessoais e sem mandado judicial, alterado e faz ameaças e aponta a arma para a família e traumatiza a criança, como se fosse o detentor do poder absoluto!

A defesa da mulher, negou que ela soubesse dessa medida, e que nunca teria sido citada ou intimada sobre a medida protetiva. 

Conforme as imagens registradas pela câmera de segurança da residência, Bruno abre violentamente a porta e se identifica como delegado. Ele saca a arma e vai em direção as vítimas [mãe e filha] gritando: “É a Polícia Civil, deita no chão, deita filha da puta”.

O marido que estava em outro cômodo da casa aparece e pede calma, mas o delegado revida: “Deita no chão desgraçado”. Em determinado momento, ele pergunta se a mulher é F., e quando ela responde que sim, ele indaga se ela sabia que não poderia chegar perto daquele ‘rapaz’ [enteado do delegado que estava visitando um amigo no condomínio]. “A senhora sabe que não pode chegar perto daquele rapaz? Não pode ô filha da puta. A senhora sabe que tem uma medida protetiva para não chegar perto?”.

A mulher responde que não, que não sabe de medida nenhuma. O delegado continua com os gritos e as ameças, momento que um policial do GOE pede calma, e sugere acompanhar a vítima para pegar uma camiseta, para que ela se desloque à delegacia.

No final do vídeo, Bruno ainda ameaça: “Da próxima vez que você chegar perto do meu filho, eu vou estourar a cabeça dela. Eu vou explodir a cabeça dessa menina”, disse, referindo-se à criança”.

Em relação ao outro vídeo divulgado na mídia, feito pelo advogado da vítima, Rodrigo Pouso, no Cisc Verdão, onde ele chega para acompanhar sua cliente e pergunta para o delegado qual o motivo da mulher estar sendo presa, o advogado acaba sendo ofendido por palavras de baixo calão pelo delegado.

Em entrevista a um programa de TV, Pouso disse que esteve no local, acompanhando a vítima que foi conduzida com a determinação de flagrante delito. Segundo ele, só queria saber o que estava acontecendo.

“Primeiro ele [delegado] me disse que ela estava presa por flagrante de injúria, ameaça e descumprimento de medida protetiva. Quando eu questionei que a minha cliente não sabia da medida protetiva e nem havia sido citada. Falei ainda que era sigiloso. Aí ele falou aquilo [as ofensas]”.

A vítima, moradora da residência invadida, também em entrevista ao programa de TV, contou que está operada, e que no momento que o delegado entrou na casa dela, ela estava com a filha de 4 anos assistindo televisão e o marido estava em outra sala fazendo massagem (com uma profissional).

Segundo ela, Bruno bateu na porta com muita força e entrou após praticamente arrombar a porta. “Eu gritei, o que está acontecendo? Ele então entrou e veio em minha direção muito agressivo, mandando deitar no chão. Minha filha gritava – para tio”.

Chorando, ela contou que o delegado mandou a criança calar a boca – e ainda mirou a arma na cabeça da menor. A mulher então falou para Bruno que ele não mandava a filha dela calar a boca, e ele revidou que era para ela também calar a boca por que se não “iria estourar sua cabeça”.

Ela disse que tentava perguntar o que estava acontecendo, pois não estava entendendo nada, e ele dizia ter uma medida protetiva e que ela teria invadido. Ela disse: “Eu não, não recebi nada, você está louco. E ele gritava: Deita no chão e cala a boca”.

A vítima contou, ainda, que o delegado ficava a todo o tempo ameaçando ela e humilhando o marido com a arma em punho. Quando estava debaixo da mesa, ela disse que conseguiu contactar seu advogado.

Sobre o motivo da medida protetiva, uma suposta briga entre o filho da vítima e enteado do suspeito [delegado]. A mulher contou que morava em outro condomínio de alto padrão na Capital, e saiu de lá após seu filho ter apanhado de sete garotos, entre ele, o enteado de França.

Segundo ela, entrou na Justiça, e mesmo assim nunca nenhuma família foi falar com ela, pelo contrário, os garotos passavam em frente a casa amedrontando seu filho. Por isso ela decidiu se mudar para ter paz. Mas, conforme ela, a paz não aconteceu, pois o enteado do delegado passou a frequentar esse novo condomínio também.

Em áudio a um programa de TV, o delegado pediu desculpas para o advogado. Em relação à invasão, ele disse que não iria se manifestar e que o caso era sigiloso. O delegado, que é genro do conselheiro do Tribunal de Contas, Antõnio Joaquim, está em estágio probatório.

Outro lado – Em nota, a Polícia Civil informou que, por meio da Corregedoria Geral da instituição, que já tomou as providências para apuração sobre a conduta do delegado Bruno França Ferreira, diante de um episódio registrado na noite de segunda-feira (28.11), em Cuiabá, quando ele se dirigiu à residência de uma mulher que teria descumprido uma medida protetiva em relação a um adolescente, enteado do delegado. A instituição informou que tal ação foi de decisão exclusiva da autoridade policial.

A Corregedoria da Polícia Civil está apurando os fatos e tomará as medidas legais cabíveis ao caso em questão.

Repúdio – A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OABMT),  repudiou o tratamento dispensado pelo delegado de Polícia Civil, Bruno França Ferreira, ao realizar atendimento ontem (28.11), no Cisc Verdão, ao advogado Rodrigo Pouso. O delegado proferiu  palavras de natureza desrespeitosas, afrontosas e não condizentes com o cargo e a função que exerce, de servidor púbico, em especial, quando em atendimento a um profissional da advocacia.

Imagens de um vídeo – que já se encontra em poder desta Seccional – não deixam dúvidas da ausência de urbanidade e, ainda, da utilização de palavras de baixo calão proferidas contra o advogado mencionado, que se encontrava em seu regular exercício profissional.

“A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – SECCIONAL MATO GROSSO (OAB-MT) repudia veementemente atos como o ora narrados e que não condizem com a importância do cargo e da função de um delegado de Polícia Civil, bem como, não representam o tratamento dispensado à Advocacia pela grande maioria dos Delegados de Polícia e demais servidores da instituição Polícia Judiciária Civil.

A OAB-MT deixa claro que não tolerará vilipêndios desta natureza. A Seccional já estuda as medidas cabíveis a serem tomadas em razão do caso em questão”.

Nota do Site: “PARABÉNS ‘DELEGADO’ PELA GRANDE OPERAÇÃO PARA AMEAÇAR UMA FAMÍLIA E UMA CRIANÇA, ENQUANTO TIVERMOS PESSOAS COMO VOCÊ EM CARGOS PÚBLICOS, BANDIDOS CONTINUAM Á SOLTA, PESSOAS DE BEM MORRENDO, E O SENHOR FAZ O QUE ENQUANTO ISSO?!”

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Jornalista e redator na Empresa O Pantanal OnLine, sob o número 0002048/MT

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