seg. ago 2nd, 2021

Segundo suplente entra com pedido para assumir vaga de deputado morto por Covid-19 em MT

Presidente da ALMT disse que a procuradoria vai entregar um parecer nessa quinta-feira (18). No entanto, ele acredita que o caso pode parar na Justiça.

Emílio Pópulo quer assumir vaga na ALMT — Foto: Facebook/Reprodução

O segundo suplente do deputado estadual Silvio Fávero, morto por Covid-19 no último sábado (13), entrou com um pedido na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para assumir a vaga.

O substituto natural de Fávero seria Gilberto Catanni, que em 2018 foi eleito primeiro suplente com mais de 11.600 votos pelo PSL.

No entanto, no ano passado, ele deixou o partido e foi para o PRTB para disputar a eleição suplementar ao Senado também como suplente.

Gilberto Cattani, primeiro suplente de Fávero — Foto: Arquivo pessoal

om isso, o segundo suplente da chapa, Emílio Pópulo, entrou na briga pela vaga na ALMT.

Emílio é médico e empresário em Juína. Já Cattani é pecuarista em Nova Mutum. Os dois são apoiadores do presidente Bolsonaro.

O presidente da Assembleia, Max Russi, disse que a procuradoria da Casa vai entregar um parecer nessa quinta-feira (18). No entanto, ele acredita que o caso pode parar na Justiça.

O deputado estadual Silvio Fávero (PSL), de 54 anos, morreu internado com Covid-19 em um hospital particular, em Cuiabá — Foto: Facebook

O deputado estadual Silvio Fávero (PSL), de 54 anos, morreu internado com Covid-19 em um hospital particular, em Cuiabá — Foto: Facebook

Morte de Fávero

Fávero estava internado desde o dia 4 de março e intubado com Covid-19 uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Ele sofreu uma infecção, não resistiu e faleceu. O sepultamento dele ocorreu no domingo (14), em Lucas do Rio Verde, no norte do estado.

Fávero deixa a mulher Katia e três filhos: Gabriel, Gustavo e João Ricardo.

Projeto de lei

Fávero era autor de um projeto que tramita na Assembleia Legislativa contra a obrigatoriedade da vacina contra a Covid. Segundo ele, o cidadão tem o direito de escolher se vai vacinar ou não.

Já sobre os menores de idades, o projeto diz que os pais ou responsáveis poderão escolher pela vacinação ou não das crianças e adolescentes menores de 14 anos.

Jornalista e redator na Empresa O Pantanal OnLine, sob o número 0002048/MT

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