sex. abr 3rd, 2020

”Imprecionante”: erro de ortografia do ministro da Educação repercute

ministro da EducaçãoAbraham Weintraub, voltou a ser assunto nas redes sociais, nesta quarta-feira (8/1), graças a um erro de ortografia. Ao responder um tuíte do deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), grafou a palavra “impressionante” com c.

O parlamentar havia tuitado sobre a necessidade de se realizarem pesquisas a respeito do uso defensivo de armas de fogo.

O ministro, então, respondeu: “Caro @BolsonaroSP, agradeço seu apoio. Mais imprecionante: não havia a área de pesquisa em Segurança Pública. Agora, em mestrados, doutorados e pós doutorados poderão receber bolsas para pesquisar temas, como o mencionado por ti, que gerem redução da criminalidade”.

Em questão de minutos, o erro virou motivo de comentários e críticas ao ministro. Veja algumas reações:

Haddad Debochado@HaddadDebochado

IMPRECIONANTE o nível de burrice do Ministro da Educação

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56119:21 – 8 de jan de 2020Informações e privacidade no Twitter Ads159 pessoas estão falando sobre isso

Pablo Villaça@pablovillaca

Tive que conferir com meus próprios olhos se o MINISTRO DA EDUCAÇÃO havia – além de MENTIR ao dizer que não existia pesquisa em Segurança Pública – escrito “impreCionante” em seu tweet.

Havia.

E, sim, o MINISTRO DA EDUCAÇÃO @AbrahamWeint merece ser ridicularizado por isso.

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2.03719:35 – 8 de jan de 2020Informações e privacidade no Twitter Ads621 pessoas estão falando sobre isso

Camilla@camilla_lucc

O Ministro da Educação escrevendo “imprecionante” é o reflexo da realidade da educação brasileira

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60619:28 – 8 de jan de 2020Informações e privacidade no Twitter Ads246 pessoas estão falando sobre isso

Gabriel Vaquer@bielvaquer

Ministro da Educação. Repito, da Educação. Mandou um belo “imprecionante”. De novo, Ministro da Educação.

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10819:40 – 8 de jan de 2020 · Aracaju, BrazilInformações e privacidade no Twitter Ads32 pessoas estão falando sobre isso

“Paralização” e “suspenção”

Erros de português já chamaram a atenção para Weintraub anteriormente. Em agosto do ano passado, foi divulgado um documento assinado por ele e dirigido ao ministro da Economia, Paulo Guedes, no qual as palavras “paralisação” e “suspensão” estavam grafadas “paralização” e “suspenção”, respectivamente.


Na ocasião, o ministro da Educação se defendeu dizendo que não havia escrito as palavras de maneira errada, mas “lido e deixado passar”. Ele também destacou nas redes sociais erros de português encontrados em reportagens de alguns dos veículos de comunicação que repercutiram a história.

Jornalista e redator na Empresa O Pantanal OnLine, sob o número 0002048/MT

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