sex. nov 22nd, 2019

Servidores da Educação rejeitam última proposta, mantêm greve e ‘velam’ governador

Os membros do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) decidiram durante assembleia geral, na tarde desta sexta-feira (12), continuar com o movimento grevista, que teve inicio no dia 27 de maio, após o governador Mauro Mendes (DEM) recusou a proposta feita pelos deputados e citou mais uma vez que estourou da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que o impede de atender o pleito da categoria. A categoria aproveitou para simular o velório do chefe do Executivo.

Os servidores da Educação ainda debatem se devem continuar ou não com a greve, vigente desde o dia 27 de maio. No total, estão presentes representantes de 71 municípios do Estado. 

A proposta, assinada por todos os deputados na Assembleia Legislativa,  e recusada pelo governador contemplava os professores com aumento salarial de 7,69%.

O plano previa que a melhora nos subsídios acontecesse de maneira paulatina, em três etapas. A primeira parte do reajuste proposto pela AL aconteceria agosto e seria de 2,6%. A etapa seguinte, corresponde a também 2,6%, seria concedida em novembro. E terceira e última parcela de reajuste ficaria para fevereiro de 2020 e corresponderia a 2,49%.

Mauro Mendes voltou a citar que o Estado ultrapassou o limite estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), portanto, ele se diz de mãos atadas para cumprir com o pagamento do reajuste.


Jornalista e redator na Empresa O Pantanal OnLine, sob o número 0002048/MT, em 21/08/2014, conforme processo nº 46210.001548/2014-14

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